Ela tem um nome esquisito. Nasceu em 11.11.1998, um dia esquisito. Ela é escorpiana. Tem dias calmos, assim como dias ruins. Ás vezes ela se sente poderosa, ás vezes ela quer mudar. Não passa de um espelho, ela apenas reflete o interior das pessoas. Ela não guarda rancor, apenas experiências com gosto amargo, já que o chocolate acaba rápido. Ela sou eu, uma garota que não consegue falar de si mesma em primeira pessoa.
As vezes acho que exageramos nessa coisa de tempo. Não há tempo para nada, tudo é corrido, e a vida passa sem ser aproveitada. As vezes nem paramos dois segundos se quer para observar a luz que invade nossa janela. Ás vezes, na pressa, magoamos pessoas inocentes, e fazemos com que as pessoas más nos guie pelos seus caminhos. Hoje em dia não temos mais, nem tempo de pensar em quem nos ama, pensar alem de dar presentes inúteis que não fazem o coração dessas pessoas felizes. As vezes me pego pensando no que eu vou fazer amanhã, e me surpriendo, que as vinte e quatro horas do dia já não servem para nada. Nós paramos de viver, tudo oque fazemos hoje em dia, desde o dia que nascemos é correr. Sem parar para olhar o céu, ou se quer se dar ao cuidado de desejar um bom dia sincero para alguem especial.
As vezes eu sonho em acordar no passado, onde tudo era mais fácil ao som da música de Betwoven, não tocada em CD, mas sim ao som de um violino puro. Tudo hoje é mecânico, não amamos, não vivemos, só respiramos porque nos é necessário. Somos apenas máquinas, obrigadas a conviver no mesmo mundo, cada qual solitária e egoísta.
(Source: bromo-aj, via beautefragile)
As vezes acho que exageramos nessa coisa de tempo. Não há tempo para nada, tudo é corrido, e a vida passa sem ser...